Sherlock Holmes e o Caso das Fadas de Cottingley
É curioso pensar que o pai do detetive mais lógico do mundo caiu em um dos maiores enganos do século vinte. Arthur Conan Doyle era um homem de ciência mas também de muita fé.
O caso começou em mil novecentos e dezessete quando duas primas tiraram fotos com supostas fadas no jardim. As imagens pareciam reais para os olhos daquela época.
O Criador de Sherlock
Antes da fama literária Arthur Conan Doyle trabalhou como médico e cirurgião em batalhas reais. Ele usou sua experiência clínica para moldar a mente dedutiva de seu personagem.
Mesmo com todo esse rigor intelectual o autor tinha um lado voltado ao espiritualismo. Ele buscava respostas para a vida após a morte de seus entes queridos.
O Engano das Fadas
As fotos de Cottingley chegaram até Arthur Conan Doyle em um momento de fragilidade emocional. Ele acreditou piamente que as figuras de papel eram seres elementares reais.
Ele chegou a publicar um livro chamado A Chegada das Fadas defendendo a veracidade das imagens. Para ele aquilo era uma prova concreta do mundo espiritual.
Fé Contra a Lógica
Muitos amigos tentaram alertar o escritor sobre a possível fraude das meninas. Harry Houdini foi um dos que questionou a validade daquelas manifestações sobrenaturais.
A amizade entre os dois acabou sofrendo por causa dessas divergências de opinião. O autor preferiu manter sua convicção apesar das evidências contrárias apresentadas.
O Legado de Doyle
A história de Arthur Conan Doyle mostra que até as mentes mais brilhantes podem ser levadas pela emoção. Seu trabalho continua sendo um pilar da literatura mundial.
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